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Mpumalanga constrói composteiras em escolas públicas



São Paulo - (19/10/2022) -- O projeto do Instituto Mpumalanga de implantação gratuita de composteiras em escolas públicas, associada a cursos de capacitação de merendeiras, começou em Lábrea, município que fica no sul do Amazonas.

Em julho deste ano, o Mpumalanga construiu duas composteiras, uma na Escola Municipal Socorro Brito e outra na Escola Municipal Francisca Mendes, agora cuidadas por funcionários, professores, cozinheiras e pelos alunos.

Essas duas escolas integram o Núcleo Médio Purus Esporte e Arte Mpumalanga-IEE, projeto que tem patrocínios da DISNEY e da NIKE.






Nesta quarta-feira (19/10), em Una, no sul da Bahia, com apoio da gestão municipal, o Mpumalanga vai propor a mesma experiência à comunidade escolar do Colégio Municipal Alice Fuchs de Almeida: produzir adubo limpo a partir de resíduos orgânicos da cozinha. Para isso, uma composteira será instalada pelo Instituto nessa escola, como parte do projeto Cozinha Itinerante, que tem patrocínio da Tang e visa a capacitação de merendeiras, agricultoras familiares e cozinheiras comunitárias.





Até o final deste ano, escolas dos municípios de Vitória de Santo Antão-PE e Curitiba-PR também vão receber mini composteiras. A ideia é conscientizar a comunidade escolar para a destinação correta dos resíduos produzidos. Uma parte importante deles, que são os resíduos orgânicos, podem ser transformados em adubo de qualidade e fortalecer hortas escolares e caseiras.

O Brasil é o maior produtor de lixo na América Latina. Metade de todo o lixo produzido diariamente são sobras de comida ou resíduos orgânicos. ”Infelizmente esses resíduos orgânicos estão sendo destinados para lixões ou aterros sanitários, desperdiçando uma riqueza. Os resíduos orgânicos poderiam ser transformados em adubo orgânico pelo processo da compostagem, contribuindo para nutrir o solo e reduzindo o uso de fertilizante químico na produção de alimentos”, explica a consultora Lixo Zero, Tatiana Araújo, responsável técnica do projeto de compostagem nas escolas desenvolvido pelo Instituto Mpumalanga.


Em Lábrea, no sul do Amazonas, meia tonelada de resíduos deixou de sair dessas escolas para o lixão da cidade e virou composto orgânico. Os alunos ajudam coletando galhos e folhas caídas e as merendeiras das escolas municipais Socorro Brito e Francisca Mendes separam resíduos da cozinha e encaminham para as composteiras.

Em Una, a expectativa é de que o modelo de compostagem que será implantado como parte do projeto Cozinha Itinerante, que tem patrocínio TANG, irradie para outras escolas da cidade e ensine como reduzir as montanhas de detritos que se acumulam em lixões.

A cozinha participa da educação e a escola ensina como reduzir os detritos que se acumulam em lixões e aterros.

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