Encerramento e continuidade da Formação Viva com Arte em Itaquá


Nesta terça-feira, a cerimônia de encerramento da Formação de professores Viva com Arte mostrou que o conhecimento é cíclico, portanto o fim de mais um ano de práticas só pode indicar a continuidade das mudanças na educação em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. O Instituto Mpumalanha há dois anos desenvolve práticas e teorias de um ensino com as artes valorizadas e o olhar para o ser integral, corpo e mente.

O novo olhar para a educação já provocou mudanças sensíveis nos professores e impactou na rede pública de ensino. O reconhecimento é da própria Secretária de Educação do município, que abriu os braços para a Formação Viva com Arte após a passagem da Caravana das Artes pela cidade, em 2015.

“Tudo começou em 2015 quando nós recebemos a caravana do Esporte e das Artes. Foi um movimento fantástico! Logo em seguida nós recebemos a proposta do Instituto Mpumalanga para formação de 100 professores na metodologia Viva com Arte”, relembra Verônica Cosmo, Secretária de Educação de Itaquá.

“A formação trouxe um fomento a arte, a educação e ao respeito. Ficamos muito felizes! Tem refletido positivamente e impactando muito mesmo na sala de aula. Hoje a gente vê o reflexo disso. Nossos índices de educação melhoraram”, completou a gestora.

A Formação Continuada só foi possível com o apoio da EDP e do Instituto EDP. A entidade coloca o professor como protagonista de uma transformação social dentro da educação, portanto deve ter o devido valor. “Investir na educação é investir no professor. A Formação de Professores em Itaquá é de grande alegria, porque a gente coloca princípios e propostas na prática. O professor é estimulado a fazer a transformação na escola”, ressaltou André Medeiros, analista de sustentabilidade do Instituto EDP.


Artes estão mais presente nas escolas com Formação Viva com Arte.


Para haver mudança social o começo é sempre consigo mesmo. É precisa ampliar os horizontes do conhecimento e sentir a transformação a partir do eu. “No início do curso nós estranhamos bastante, porque a gente nunca tinha tido um tipo de formação, nesse âmbito tão grande. A Formação Viva com Arte chegou com muita novidade, inovação, um novo olhar sobre a arte e sobre nossa valorização profissional também”, lembrou Ivonilda da Silva Duarte, aluna do curso de formação.

“A gente aprende aqui e multiplica lá, para as crianças é sempre diferente quando a gente leva algo novo”, afirmou Ivonilda, recordando das práticas com recicláveis e com o uso do movimento, que mudaram a dinâmica de suas aulas. “A gente aprende aqui e multiplica lá, para as crianças é sempre diferente quando a gente leva algo novo. Toda prática a gente aplica na escola. Eu saio uma nova pessoa com um novo conceito sobre a arte. Eu era uma pessoa engessada nos meus conceitos e essa visão da arte despertou um novo olhar, uma nova transformação nesse conceito que eu vou levar para minha vida toda”, avaliou.

Do Instituto Mpumalanga para os professores de Itaquaquecetuba. Desses educadores para os alunos. Dos estudantes para os familiares. De todos para uma nova sociedade. A educação segue seu ciclo.

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