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Com participação de artistas, lideranças indígenas, cientistas e especialistas indígenas e não indígenas, o Instituto Mpumalanga e o Unicef realizaram o ‘Festival Salve Vida Indígena’, em junho de 2020. A missão: arrecadar recursos para ajuda emergencial a populações indígenas do sul do Amazonas, afetadas pela covid-19. 

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O FESTIVAL

ENTREGA DAS DOAÇÕES

Em meio às apresentações musicais, grandes líderes do movimento indígena:Sônia Guajajara, coordenadora da APIB; o cacique do Médio Purus, Zé Bajaga Apurinã; o escritor e líder indígena Ailton Krenak e Ubirajara Sompré Gavião, os antropólogos e cientistas sociais João Paulo Lima Barreto Tukano, criador do Centro de Medicina Indígena Bahserikowi´i, em Manaus; Inara Nascimento Sateré Mawe, do Instituto Insikiran de Formação Superior Indígena /UFRR, Braulina Baniwa, da UnB, e a arqueóloga Elaine Parintintin.Entre os especialistas não indígenas:o cientista Carlos Nobre, da USP, o pesquisador Helder Queiroz, do Instituto Mamirauá, a antropóloga Oiara Bonilla, da UFF, a cientista social Claudina Maximiano, do IFAM-campus Lábrea e Ivar Luiz Busatto, da OPAN. 

A campanha atendeu com alimentos e materiais de higiene populações indígenas que estão fora de territórios demarcados pela Funai e estavam desassistidas. Participação dos músicos: Ivan Lins, Guilherme Arantes, Margareth Menezes, Elba Ramalho, Sandra Peres (da Palavra Cantada), Nicolas Krassik, Armandinho Macêdo, Marcelo Caldi, Leandro Fregonesi, Leandro Medina & Andrea Soares, Alexandra Pericão e Cia. Mithos, Renata Jambeiro, Luciana Oliveira, Emília Monteiro, Sombra SNJ , Diogo Silva e as Bandas Estralo, Pseudo e Vulgo. Do Médio Purus, o menino cantor Honori Paomari, Kenerson de Souza Paomari, da aldeia Crispim.

Participaram também as atrizes Malu Mader, Letícia Sabatella e Bruna Lombardi, o youtuber Felipe Castanhari, o ator Josafá Alves e os fotógrafos Adriano Gambarini e Renato Soares. 

A CAMPANHA

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A Campanha Salve Vida Indígena prossegue com doações, que podem ser feitas pela plataforma Vakinha ou diretamente para o Instituto Mpumalanga, na conta corrente indicada no site. Sua doação será convertida em alimentos e produtos de higiene.

 

Lançada no dia 13 de maio/2020 pelo Instituto Mpumalanga, com apoio do UNICEF e em articulação com lideranças indígenas locais do Médio Purus, a campanha tem como meta atender, com alimentos, 450 famílias indígenas da região do Médio Rio Purus, no sul do Amazonas, que vivem fora dos territórios demarcados e estão desassistidas. Sua contribuição será importante para ampliarmos a meta da campanha e garantir a vida.

 

Ajude a proteger a vida indígena!

FAÇA SUA DOAÇÃO

VAKINHA

Clique no botão abaixo para fazer sua contribuição através do site Vakinha

CONTA 

BANCÁRIA

Instituto Mpumalanga

Banco do Brasil – Ag: 8258-9

Conta: 516-9

CNPJ: 15.350.954/0001-00

PayPal

DEPOIMENTOS

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MaluMader

“A causa indígena é uma luta de todos os brasileiros. São povos que sofrem todo tipo de agressão a sua cultura e modo de vida. Os seus saberes da natureza e seus direitos devem ser respeitados por todos”

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Guilherme Arantes 

“Vejo que uma iniciativa como esta do "Salve Vida Indígena", do Instituto Mpumalanga, representa um elo heróico, quase que perdido, em tempos tão distópicos de desarmonia e desesperança...Ainda bem que neste "quase" resiste uma alma de infinitesimal, porém infalível esperança, na qual eu acredito e posso apostar com toda a força do nosso Planeta Agua!!!”

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Cacique Zé Bajaga Apurinã 

“ O festival foi muito, muito bom mesmo para as famílias dos assentamentos, das praias e bairros de Lábrea. Vê a cara de felicidade das pessoas por estarem recebendo um “rancho”não tem preço. Só temos que agradecer.

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Leandro Fregonesi

Exaltar a Vida Indígena, sua riqueza, seus saberes milenares e sua natural consciência de que tudo é um, é gesto de humildade e vanguarda. 

Participar desse Festival mostrando obras minhas que exaltam a grandeza originária dos nossos Povos é grande honra e felicidade para mim.

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Ana Lima Apurinã 

“A ajuda que recebemos do festival foi e é muito valiosa. A importância disso se resume em gratidão por  esse gesto de amor e humanidade. Os povos do médio Purus agradecem.”

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Ronia Lima da Silva Apurinã 

“A ação humanitária Salve Vida Indígena veio como algo de grande importância para nós povos indígenas.Trouxe um grande alento para famílias em situação de extrema vulnerabilidade social durante a pandemia.”

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