Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura e Governo do Estado de São Paulo,

por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, apresentam:

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1ª Edição

Um tributo às divinas da música brasileira

O Festival Divinas Brasileiras é uma homenagem a três grandes mulheres à frente do seu tempo e que contribuíram imensamente para a difusão da música brasileira. 

Chiquinha Gonzaga

Estreia: 16 de Maio, Dom - 17h

Com: Nilze Carvalho, Choronas, Hércules Gomes, Maíra Freitas, Luiza Mitres, Cacá Machado e Carô Murgel

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Dolores Duran

Estreia: 23 de Maio, Dom - 17h

Com: Fabiana Cozza, Renata Jambeiro, Leila Pinheiro, Izzy Gordon, Denise Duran, Nina Becker e Rodrigo Faour

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Elizeth Cardoso

Estreia: 30 de Maio, Dom - 17h

Com: Ná Ozzetti, Luciana Oliveira, Zélia Duncan, Izabella Bicalho, Zé Manoel e Lucas Nobile

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ÚLTIMAS DO INSTITUTO MPUMALANGA

O FESTIVAL

 Idealizado pelo Instituto Mpumalanga, sob a curadoria das cantoras Luciana Oliveira e Renata Jambeiro, coordenado pela produtora Vivian Schaeffer, com produção executiva de Graziella Cabral, roteiro assinado pela jornalista e radialista Patrícia Palumbo, o festival traz interpretações de grandes nomes da música brasileira.

Relevantes personalidades como Fabiana Cozza, Nilze Carvalho, Leila Pinheiro, Ná Ozetti, Zélia Duncan, Luciana Oliveira, Renata Jambeiro e Choronas o Festival conta também com depoimentos de artistas com um enfoque afetivo em relação às homenageadas, como Izzy Gordon, Maíra Freitas, Zé Manoel, Nina Becker,  Izabella Bicalho, Luísa Mitre, Hércules Gomes e também depoimentos de pesquisadores da área musical, como Carô Murgel, Rodrigo Faour, Cacá Machado e Lucas Nobile.  

Com direção musical do baixista e arranjador Marcos Paiva, o festival propõe releituras das obras das homenageadas e reúne renomados músicos do cenário paulistano em uma sonoridade elegante contando com Bruno Tessele (bateria e percussão), Daniel Grajew (piano e sanfona), Douglas Alonso (bateria e percussão), Phellyppe Sabo (sopro), além do próprio Marcos no baixo elétrico e acústico. 

 

Tendo em vista o momento delicado em que vivemos, com o aumento dos casos de contaminação do novo coronavírus e de suas variantes, optou-se, por motivos de segurança e de preservação da vida, realizar todos os registros de forma online, e mantendo os protocolos estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde. Cada participante realiza as gravações de dentro de suas casas, garantindo assim a segurança de todos os envolvidos.

 

O objetivo do projeto é destacar a importância da produção musical de mulheres na música brasileira, bem como suas histórias de lutas, enfrentamentos, rupturas e o fato de estarem sempre à frente de seu tempo. Chiquinha, Dolores e Elizeth também tinham em comum a origem afro-brasileira que diversas vezes foi apagada, ou minimizada em suas biografias, relatos e encenações póstumas.

NO TÚNEL DO TEMPO DO FESTIVAL
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Izzy Gordon - Foto: Gabriel Wickbold/Divulgação | Leila Pinheiro - Foto: Leo Aversa / Divulgação \ Luciana Oliveira - Foto:  Camila Cornelsen | Renata Jambeiro - Foto: Márcia Moreira | Zélia Duncan - Foto: Roberto Setton© / Divulgação | Zé Manoel - Foto:  MÁQUINA 3/Divulgação

Abrindo o festival, para homenagear Chiquinha Gonzaga, o projeto recebe o grupo paulistano Choronas, formado por mulheres e a cantora, compositora e bandolinista Nilze Carvalho, interpretando clássicos da pianista e compositora.
          O pianista capixaba Hércules Gomes e as pianistas  Maíra Freitas (RJ) e Luísa Mitre (MG), também participam comentando e interpretando uma canção da homenageada que fez parte de suas formações musicais. Neste dia contamos ainda com o músico e historiador Cacá Machado com um depoimento histórico e cultural, e a pesquisadora Carô Murgel, comentando sobre o papel da mulher na música neste período, compreendido a partir do século XIX.

          Seguindo as homenagens, Divinas Brasileiras exalta Dolores Duran, no segundo dia de festival, com a cantora paulistana Fabiana Cozza e a cantora brasiliense Renata Jambeiro, que interpretam grandes clássicos de autoria de Dolores. Participam ainda a cantora Izzy Gordon, sobrinha de Dolores, Denise Duran, irmã de Dolores, além  das cantoras cariocas Leila Pinheiro e Nina Becker comentando a obra e a vida da cantora e compositora, e interpretando uma canção de Dolores que marcou suas vidas. A homenagem conta ainda com a participação do jornalista, escritor e produtor musical Rodrigo Faour, que lançou em 2012 a biografia de Dolores Duran.
          No terceiro e último dia, a reverência vai para Elizeth Cardoso, recebendo a cantora paulistana Ná Ozzetti, e a cantora brasiliense Luciana Oliveira para interpretar canções imortalizadas na voz da Divina ou a Enluarada, como Elizeth Cardoso ficou conhecida no meio musical. Neste encerramento, participam também a cantora e compositora Zélia Duncan, a cantora, atriz e dubladora Izabella Bicalho, que interpretou Elizeth no teatro, além do pianista e compositor pernambucano Zé Manoel, trazendo releituras contemporâneas dos clássicos interpretados por Elizeth. A homenagem conta ainda com depoimentos do jornalista e pesquisador musical Lucas Nobile, autor de biografias de Raphael Rabello e Dona Ivone Lara. 

O FESTIVAL

 
EPISÓDIO 1:
CHIQUINHA  GONZAGA

Chiquinha Gonzaga começou a tocar aos 5 anos. Depois de casar-se optou pela música, subvertendo os valores de sua época. Filha de mãe negra e pai militar, enfrentou o preconceito e se impôs artisticamente.

Estabeleceu-se profissionalmente como autora, compondo clássicos como Abre Alas, e trazendo ritmos populares como a polca e o maxixe para dentro dos teatros e salões e influenciando diversos compositores que se inspiraram em sua obra. 

 

Neste primeiro episódio o projeto recebe o grupo paulistano Choronas, a bandolinista Nilze Carvalho e os pianistas Hércules Gomes, Maíra Freitas e Luísa Mitre, além do músico e historiador Cacá Machado e a pesquisadora Carô Murgel.

 
EPISÓDIO 2:
DOLORES DURAN

Dolores Duran, tornou-se conhecida do público inicialmente como cantora, e em sua curta vida, compôs 35 canções, que se imortalizaram, e fizeram dela a compositora mais gravada da música brasileira. Era considerada uma cantora moderna e de muito bom gosto, sendo equiparada em estilo a Sarah Vaughan. 

 

Neste segundo dia de festival participam a Fabiana Cozza, Renata Jambeiro, Izzy Gordon, sobrinha de Dolores, Denise Duran, irmã de Dolores, além das cantoras Leila Pinheiro e Nina Becker. A homenagem conta ainda com a participação do jornalista, escritor e produtor musical Rodrigo Faour, que lançou em 2012 a biografia de Dolores Duran.

 
EPISÓDIO 3:
ELIZETH CARDOSO

Elizeth Cardoso - a Divina, é considerada por muitos, a maior intérprete da música brasileira. O nome do festival é uma clara alusão ao seu apelido. Revelou compositores como Vinicius de Moraes e Tom Jobim e foi considerada à frente de seu tempo por sua liberdade musical. Bebeu do samba, jazz e choro colocando sua voz a serviço do cantar, em seu significado mais amplo e profundo.

 

Neste terceiro e último dia do festival, participam a cantoras Ná Ozzetti, Luciana Oliveira, Zélia Duncan e Izabella Bicalho, além do pianista e compositor pernambucano Zé Manoel e o pesquisador musical Lucas Nobile.

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